Felicidade Condicionada

Que férias foram essas… Meu Deus…

Não, não pense que foram diferentes de outras que já tive. Os altos e baixos foram os mesmos, de mesmas intensidades, o que de certa forma era esperado, estável, porém não era o que eu tava querendo.

Como falei anteriormente, eu precisava muito dessas férias. Parece que carregar o seu próprio mundo nas coisas não é uma coisa tão prazerosa assim, e precisa ter um descanso, pra um novo gás.

E agora carregado, posso fazer uma pequena análise do meu descanso que de descanso mesmo, nada teve.

O Final de 2009 foi uma coisa bem diferente, e diferente pelo lado bom e pelo ruim também. A faculdade com a corda apertada no pescoço, parecia não para de pressionar e o trabalho, como sempre dando mais trabalho… aquilo parecia não ter fim… mas teve, e eu fiquei muito feliz de ter acabado tudo bem.

Necessidade era a palavra no começo das minhas férias. Não era querer, era necessidade mesmo, de ver meus antigos amigos, e meus novos amigos, “voltar” à minha família, e ter voltar minhas atenções em minhas próprias coisas, como passear, ler meus livros, descansar… O que aliás esse último, eu fiz pouco. Bem pouco

As coisas começaram agitadas naquele momento. Eu acho que você entende quando você quer fazer tudo o que queria e não fez por que sempre tinha algum compromisso que não te permitia. Era assim. Ir em festas FESTAS, reunir com os amigos, sem pensar em hora, ou nas obrigações do outro dia, RIR.

E falando de risadas, muita gente que me fazia muito bem nessa época, não me faz hoje. Isso eu deixo pra daqui a pouco.

Logo que acabaram as aulas da faculdade, não demorou muito não demorou nada pra que o Natal chegasse, e o foi o período em que conheci muita gente, em bem pouco tempo. Que ótimas pessoas eu conheci. =]

E foi tempo em que reconciliações, problemas que no meu passado era como uma farpa no pé, hoje olho como um aprendizado. Posso até pensar que sou uma pessoa rancorosa sim, por simplesmente ignorar e/ou respeitar as pessoas que me fizeram sofrer no passado, mas acredito que tenho motivos, e penso de jeito que as pessoas normalmente não gostam.

Preciso dizer que esse meu Natal também, vou um dos meus mais… Solitários. Não por que eu tava sozinho em questão de mulher. Em questão de sozinho mesmo. Meu pai longe, passando o Natal com a “nova” família dele, e eu na casa de minha mãe, ao qual tudo termina cedo. Pra aproveitar a noite, é de costume sair com amigos e primos pra algum lugar… mas esse ano, todos estavam distantes, e “distantes”.

O jeito foi eu me encontrar em casa, de volta, com as minhas três garrafas de vinho fino que estavam guardadas pra uma ocasião especial. Aquele dia era mais que especial, além de útil. E posso dizer que foi ótimo! Meu som tocando, minha taça com o vinho que adoro, eu, meus pensamentos, e minhas lembranças. Era disso que eu tava falando… tempo pra mim.

Tinha projetos pra viajar, pra bem longe se possível, na virada do ano, mas não pude…o trabalho e a família, nem o dinheiro me deixaram… Acabei passando na cidade mesmo. E em casa! Merda Huhuwl! …

Nessa parte lembro que não esquecia do meu blog, nem dos meus livros e filmes…mas sempre tinha algo mais legal e interessante pra fazer, e acaba deixando eles de lado. Perdi muitos filmes nos cinemas, acabando de me contradizer, quando falei pras pessoas que ia viver no cinema quando as férias chegassem. É a vida. =P

E o mês de janeiro foi uma loucura só. Muitas novidades na minha vida, muitas coisas acontecendo, e muito projetos sendo montados. O medo das grandes responsabilidades do post passado andou batendo de novo, mas ainda sim ansioso pra que comece logo. O lado ruim disso tudo e que terei de abrir mão de muitas coisas que conquistei nas férias. Atenção pros amigos talvez seja uma. Espero que eles entendam…

Fiquei mais próximo de muita gente que não tinha tanto contato assim, e isso foi bem legal, em termos. Alguns ocorridos me deixaram de “guarda” baixa, e me pegaram de cheio… outros me ajudaram, aconselharam, enfim viraram amigos e amigas.

Das pessoas que conheci, não quero perder contato de jeito nenhum. De alguns eu quero distância fato, mas outros não. Se pudesse seria mais presente. Se pudesse.

E sim, teve mulheres que me balançaram. Mas nada que fosse um terremoto do Haiti dentro de mim não. Exceto uma, que mexeu bem mais que outras. Ela sabe. Enfim, não deu.

Tenho que reconhecer também, que nesse tempo todo, o Twitter foi A ferramenta esses tempos. Pra muitas e muitas coisas. Melhor (como diz um amigo meu) “MIAR esse papo”.

Agora o foco é pensar nesse ano, e mais especificamente nos próximos meses. Quero dar cada passo, até o final do ano, o melhor que eu puder. Afinal, é o meu futuro que ta em jogo.

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